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Jornada23

Uma portuguesa a viver em terras de sua Majestade desde 2014.

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Uma portuguesa a viver em terras de sua Majestade desde 2014.

Blablabla #2

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Não sou mãe, mas discordo. Posso não ter muito a dizer sobre este tema, mas discordo. Posso até nunca vir a sentir, ou mesmo a sentir um dia, mas discordo.

À pouco tempo numa conversa disseram-me isto: “Não dá para explicar, nem o pai (da criança) irá um dia ter a ligação que eu tenho com a minha filha. Impossível! O que eu vivi durante os 9 meses de gravidez é uma ligação única que ele não poderá experimentar e uma ligação que ele nunca conseguirá ter com ela. Eu serei sempre mais próxima e compreenderei melhor o que ela sente e como ela é”.

E aqui está, embora ache que a verdade é que se cria realmente uma ligação de amor nascida de um modo diferente, ouvir dizer que é um ligação e tipo de afectividade com a criança que mais ninguém poderá sentir.... discordo. Mais uma vez, em minha defesa, não sou mestre na matéria (muito longe disso até), no entanto não acho que a ligação que a mãe tem com um filho durante os 9 meses de gravidez seja de todo “incomparável” ou “indestrutível” ou “insubstituível” a qualquer outra que ela poderá vir a desenvolver durante a sua vida. Falo sem ter experiência própria, e sem saber se a terei, mas continuo a discordar.

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