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jornada23

jornada23

De volta a realidade!

Voltei a realidade! Tive umas duas semanas assim um pouco dolorosas, com muita birra a mistura...(quem me conhece sabe que não gosto nadinha dessas coisinhas de criança !) . Voltamos para Portugal e, eu e o príncipe pensamos que íamos aproveitar uns ricos 10 dias só de praia e calor. 

Pois bem que o tempo português também nos quis pregar uma partida...começou com o vento ao final da tarde (altura em que conseguíamos ir a praia por causa das mil coisas que andávamos a tratar), e chegou a estar um tempo nublado bem ranhoso. Os nossos corpos também nos atraiçoaram 3 dias antes de irmos embora, entre vómitos e diarreia, a coisa não esteve muito bonita!

Tirando isso, e porque o isso já foi muito, foi tempo para aproveitar as nossas praias, a família sempre presente e os amigos que estão longe mas rapidamente ficam perto. Tempo para mudanças e tempo para nos, enquanto casal, dar-mos um passo em frente, uma nova responsabilidade na vida! 

Mais umas ferias passaram e vejo-me aqui, sentada na minha cama depois de uma molha apanhada de regresso a casa, a perguntar-me porque raios ainda vivo neste pais em que o verão dura dois dias.???!! 

 

Bruxelas - a minha terceira cidade.

Ontem, quando acordei estava com febre só me apetecia voltar a dormir mas entretanto reparei que tinha notificações no Facebook " a minha prima tinha sido identificada como segura em Bruxelas ", como assim segura ? Peguei no telemóvel e nem precisei andar para baixo muito: atentado em Bruxelas. Foi um frenesim para tentar contactar com a minha família lá, felizmente todos estavam bem e, a minha prima que trabalha no aeroporto onde houve o atentado só iria entrar as 12h. Foi impossível não me tocar, sabendo principalmente que tenho lá família. Merda para isto. Merda para este tipo de gente. Eu que me lembro perfeitamente das duas vezes que lá estive este ano e me senti protegida com a segurança instalada, despreocupada...mas o perigo pode acontecer a qualquer momento. Paz para as famílias dos que partiram.

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Mais uma vez, prima.

Vou ser de novo prima! Pela milésima vez..ou um número assim bem pertinho! Mais uma criança para preencher a nossa família cada vez maior!  (eu um dia prometo que conto quantos primos tenho na realidade)

 

Blablabla #2

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Não sou mãe, mas discordo. Posso não ter muito a dizer sobre este tema, mas discordo. Posso até nunca vir a sentir, ou mesmo a sentir um dia, mas discordo.

À pouco tempo numa conversa disseram-me isto: “Não dá para explicar, nem o pai (da criança) irá um dia ter a ligação que eu tenho com a minha filha. Impossível! O que eu vivi durante os 9 meses de gravidez é uma ligação única que ele não poderá experimentar e uma ligação que ele nunca conseguirá ter com ela. Eu serei sempre mais próxima e compreenderei melhor o que ela sente e como ela é”.

E aqui está, embora ache que a verdade é que se cria realmente uma ligação de amor nascida de um modo diferente, ouvir dizer que é um ligação e tipo de afectividade com a criança que mais ninguém poderá sentir.... discordo. Mais uma vez, em minha defesa, não sou mestre na matéria (muito longe disso até), no entanto não acho que a ligação que a mãe tem com um filho durante os 9 meses de gravidez seja de todo “incomparável” ou “indestrutível” ou “insubstituível” a qualquer outra que ela poderá vir a desenvolver durante a sua vida. Falo sem ter experiência própria, e sem saber se a terei, mas continuo a discordar.