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Jornada23

Jornada23

2017/2018

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2017 pareceu curto, passou rápido...muito mais do que os anos anteriores. 

Foram feitas mais ou tantas viagens a Portugal como o ano passado, o que acabou por ser bom para tratar de assuntos e matar saudades. Apenas viajei para a Bélgica para estar com a família, ao contrario do ano passado que passei por Espanha e Marrocos. Mantive o trabalho onde estou, melhorei profissionalmente e fui capaz de demonstrar as minhas capacidades enquanto profissional não só aos meus colegas como chefia. Passei a ter a conterrânea a trabalhar comigo de novo - juntas mais uma vez. Eu e o príncipe conseguimos riscar um objectivo da lista o outro quase que foi feito antes do ano, vai acabar por ser em 2018. 

 

2018 ira trazer muito, espero. O desejo e de mudança para este ano, muita mudança mesmo! Mudança que nos ira assustar mas em termos de realização pessoal ira trazer muitos benefícios. Mais um objectivo a riscar a lista logo no inicio do ano e o resto espero que venha por acréscimo. Este ano planeiam-se viagens, algumas para riscar mais uns objectivos da lista. Esperam-se menos viagens para Portugal, mas por bons motivos. Esperam-se melhorias no trabalho e quem sabe crescimento. 

Espera-se um ano novo. Cheio de conquistas 

Dia Internacional da Amizade

Amizades fizemos em todas as etapas da vida, desde bebé até à fase adulta. Umas perduram, outras ficaram no passado, algumas ainda irão ser descobertas.

Para os amigos que já foram, para os que são e para os que serão, Feliz Dia.

 

frase-os-amigos-antigos-vao-se-novos-amigos-aparec

 

 

Folga

Ontem foi dia de folga e, para não variar, o descanso foi escasso. Troquei o norte pelo sul de londres e fui a casa de uma amiga do secundário. Ela é, sem sombra de dúvida, uma inspiração pelo que já conseguiu conquistar em londres e deu-me um pouco da motivação que precisava!! Foi uma tarde de gargalhadas e recordações de boas memórias!

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Amigos

Este é, para mim, o melhor texto a caraterizar o sentimento de amizade. 

 

"Os amigos nunca são para as ocasiões. São para sempre. A ideia utilitária da amizade, como entreajuda, pronto-socorro mútuo, troca de favores, depósito de confiança, sociedade de desabafos, mete nojo. A amizade é puro prazer. Não se pode contaminar com favores e ajudas, leia-se dívidas. Pede-se, dá-se, recebe-se, esquece-se e não se fala mais nisso.

A decadência da amizade entre nós deve-se à instrumentalização que tem vindo a sofrer. Transformou-se numa espécie de maçonaria, uma central de cunhas, palavrinhas, cumplicidades e compadrios. É por isso que as amizades se fazem e desfazem como se fossem laços políticos ou comerciais. Se alguém «falta» ou «não corresponde», se não cumpre as obrigações contratuais, é logo condenado como «mau» amigo e sumariamente proscrito. Está tudo doido. Só uma miséria destas obriga a dizer o óbvio: os amigos são as pessoas de que nós gostamos e com quem estamos de vez em quando. Podemos nem sequer darmo-nos muito, ou bem, com elas. Ou gostar mais delas do que elas de nós. Não interessa. A amizade é um gosto egoísta, ou inevitabilidade, o caminho de um coração em roda-livre.

Os amigos têm de ser inúteis. Isto é, bastarem só por existir e, maravilhosamente, sobrarem-nos na alma só por quem e como são. O porquê, o onde e o quando não interessam. A amizade não tem ponto de partida, nem percurso, nem objectivo. É impossível lembrarmo-nos de como é que nos tornámos amigos de alguém ou pensarmos no futuro que vamos ter.
A glória da amizade é ser apenas presente. É por isso que dura para sempre; porque não contém expectativas nem planos nem ansiedade."

 

Os Amigos Nunca são para as Ocasiões, Miguel Esteves Cardoso.

Amizade, ou algo do género

Há dois dias recebi um email. Um email que me fez colocar os pensamentos de um modo diferente. Que me fez parar por segundos e ver que o carinho vem muitas vezes de quem menos esperamos.

 

Há dois dias recebi um email de uma antiga chefe,  a minha orientadora de um ano de estágio. Aquela que teci aqui comentários muito bons pela maneira como ela é, pessoalmente e profissionalmente. Durante todo o processo esta pessoa apoiou-me, deu-me tempo e espaço (mesmo a realizar estágio) para preparar a etapa nova da minha vida. Durante um ano passei 5 dias por semana, por vezes até 6, 8 horas e meia durante cada dia com ela. Quando tínhamos eventos à porta entrávamos mais cedo ou saíamos mais tarde. Chegámos a passar uma noite no Porto. Chegámos a cobrir eventos que começavam as 6 da manhã e a cobrir outros que acabavam à meia noite. Chegávamos a pegar em dois carros, ela ia tratar de um assunto ali e eu ia tratar de um assunto acolá. Era de loucos. E é por isso que a respeito tanto. Ela era (é) mãe, profissional e amiga.

 

Quando cheguei a Londres e, até então, se troquei 2 emails com ela foi muito. Sem telefonemas, sem mensagens ou comentários via facebook. Ela estava lá e eu cá. Não havia tempo ou havia esquecimento, é a desculpa mas a verdade.

 

Há dois dias recebi um email que dizia algo como "Vou a Londres dia X, quero tomar um café contigo (..)". Isto pode soar estranho mas desde que aqui estou que tanto familiares como pessoas amigas que cá vieram não me disseram isto ou nada parecido, alguns nem sequer um "estás viva?" durante este tempo todo que aqui permaneço e do nada, a minha antiga chefe, com quem não falo à imenso tempo, lembra-se de mim, de vir tomar um café comigo mesmo que a sua viagem seja só de um fim de semana com os filhos atrás. Dá-me para pensar que é por carinho, quem o faz é porque gosta, tal como ela o fez. Por mais que eu não lhe tenha dito nada durante este tempo todo e ela a mim eu sei o que ela representa, e ela sabe que era um prazer tê-la cá e poder aproveitar da companhia dela, nem que seja para um café. É aqui que reflito e concluo: 

 

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Londres - 1 mês

E ontem fez exatamente 1 mês que chegámos a Terras de Sua Majestade. Foi um sábado intenso, do qual ainda não falei nem quis refletir muito sobre ele. Por um lado (e mais importante do que tudo) tive ao meu lado, ou a apoiar-me, as pessoas que mais aprecio na vida. Tive medo, quis ser forte, quis mostrar que tudo iria correr bem mesmo estando a viajar para o desconhecido. Despedi-me daquele quarto, daquele prédio, daquela rua. Despedi-me do meu bebé, e custou! Passei a viagem toda firme - não ia chorar. Até que a minha mãe começou a chorar e dei-lhe a mão. Vim a maior parte da viagem assim, de mão dada com a minha mãe, outra mão dada com o príncipe e com a mana a agarrar-me. A chegada ao aeroporto fez-se de forma mais descontraída, estávamos tranquilos, ansiosos e alegres. Eu tentei sair do país em paz, a obra do destino não deixou e mais uma vez fez-me, não dar menos valor a certas pessoas, mas sim valorizar imenso os que tenho junto a mim. A hora da despedida foi intensa e desconcertante (só de me lembrar...), pela segunda vez na minha vida vi o meu pai chorar, e como isso dói! A mãe chorou, eu chorei, o príncipe chorou, a mana chorou, só o irmão é que se aguentou mais firme (sabe-se lá se não deitou uma lágrima sorrateiramente). A viagem correu bem, a chegada a casa correu bem.

Em um mês, já tenho trabalho. Em um mês, já procuramos um sítio onde viver - os dois, sem mais ninguém, só eu e o príncipe. Em um mês já chorámos, rimos, tememos, aventurámo-nos (nunca andei tanto na minha vida eheh) e vivemos muito. Em um mês estamos ainda a descobrir Londres. Em um mês as saudades já apertaram. Em um mês já tive tendência a ir procurar o meu bebé. Já tive tendência em querer dizer à mana "Estás em casa?" pensando eu, que ela ainda vivia no andar de cima. Faz um mês que somos só eu e ele. Faz um mês que o príncipe não fuma (yeeaaah!). Faz um mês que tudo começou.

Eu estou bem, nós estamos bem. Londres é um sonho, mas é preciso força quando queremos sonhar mais além.

 

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